Voando de VivaAerobus, a low-cost mexicana, para Guadalajara (MEX-GDL).

por Thiago Luiz

15 de dezembro, 2016

Voando de VivaAerobus, a low-cost mexicana, para Guadalajara (MEX-GDL).

 

Optei por chegar no Cidade do México e, aproveitar o fato que já estava no aeroporto, para seguir minha viagem até Guadalajara e, quando fui pesquisar os valores da rotas, optei em descobrir também as opções de low-cost mexicanas. São elas as principais: Volaris, Interjet e VivaAerobus. Os próprios mexicanos gostam somente da Interjet e falam mal das outras duas e, inclusive, da Aeroméxico. Porém, não tenho nada a reclamar, pois é low-cost. O voo me custou R$ 165,60 reais mais IOF de 10,57 reais com taxas e numa janela com menos de um mês para viajar.

 

Compra da passagem: a compra foi feita online no site oficial da cia. Prestem atenção que quando você escolhe a passagem mais barata, na tela seguinte eles já inserem todos os adicionais no preço final, como seguro, mala extra, marcação de assento e etc. Logo, você precisa abrir cada subitem separadamente e desmarcam as opções. Ah, a marcação de assento pode ser obrigatória o pagamento a parte, pois são poucas opções gratuitas.


 

Franquia de bagagem: como levaria uma mala de mão e outra para despachar na bodega (com dizem em espanhol no compartimento de cargas), optei pela opção que já incluía a opção. Lembro que se você escolher a opção sem despacho de bagagem (VivaLight) com item de despachar, fica mais caro que a opção pronta (VivaBasic).

 

Check-in: na hora do check-in, eles dividem por filas para quem tem bagagem a despachar e quem não tem. São aproximadamente 5 ou 6 atendentes. Como meu voo estava próximo, eles anunciaram que quem estaria viajando para Guadalajara poderia passar em frente. O engraçado que normalmente nas empresas low-cost você leva já o cartão de embarque (pase de abordar) impresso, porém mesmo levando impresso eles me entregaram um. Achei o local no aeroporto do méxico meio escondido, abafado. O atendimento foi padrão.

 

Embarque: o embarque no aeroporto da Cidade do México em voos domésticos é feitos por portões A, B, C... Aí após a entrada na sala de embarque, você verifica em tela o número do portão de embarque do seu voo. Achei a área enorme com conta com segundo piso com Starbucks, banca de revista e restaurante. Embarque é feio por 4 grupos. ATENÇÃO: no méxico as regras para embarcar no voos domésticos é a mesma dos voos internacionais.

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Voo: a aeronave era A320neo, na qual a cia se orgulha em falar que renovou toda a sua frota com esse modelo durante os próximo anos. Achei o espaço entre as fileiras no tamanho certo para mim e mais apertado do que estou acostumado aqui no Brasil. O que me chamou atenção é que nas portas de saída de emergência, as poltronas seguem o mesmo padrão que as demais nas distancia entre as fileiras. O atendimento é cordial com comissários sempre felizes em atender. Foram 4 comissários e não havia serviço de atendimento a bordo. O serviço de bordo é cobrado com variedade de comidas e bebidas. Um detalhe que tem nos voo pelo México é que o comandante avisa sempre que a altitude de 10000 pés é atingida, na qual ele libera ou manda atar os cintos.

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Concluindo, voltaria sim a voar com cia aérea, pois para trechos rápidos o preço vale a pena!

Thiago Luiz

Thiago Luiz, 28 anos, servidor público na área de engenharia. Um apaixonado por cidades que ainda não esteve e pelas pessoas que ainda não conheceu!

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